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Título: “Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas Asfálticas a Quente com Material Fresado (RAP) e Resíduo de Construção Civil (RCC)
Palestrante: Camilla Espírito Santo Almeida
Orientador(es): Sandra Oda e Marcelino Aurélio Vieira da Silva
Data: 24/02/2026
Horário: 14h
Local: Remoto
Banca Examinadora:
Prof.ª Sandra Oda – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Marcelino Aurélio Vieira da Silva - PET/COPPE/UFRJ
Prof.ª Michéle Dal Toé Casagrande - UnB
Prof.ª Vivian Karla Castelo Branco Louback Machado Balthar – FAU/UFRJ
O Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes chega à sua 40ª edição em 2026, consolidado como um dos principais eventos científicos da área no Brasil. O 40º ANPET será realizado entre os dias 26 e 30 de outubro de 2026, em Búzios (RJ), reunindo pesquisadores, professores, estudantes, profissionais do setor, representantes do poder público e da iniciativa privada.
Promovido pela Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET), o evento contará com a organização da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do
Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e do Instituto Militar de Engenharia (IME). Ao longo de quatro décadas, o Congresso ANPET tornou-se referência nacional no debate sobre planejamento e infraestrutura de transportes, com foco no desenvolvimento econômico e na inclusão social.
O congresso se destaca pela contribuição à formação de recursos humanos e à produção técnico-científica, incluindo a publicação dos anais em acesso aberto e o fortalecimento da articulação entre academia, governo e mercado.
A logomarca do evento é inspirada na Estátua de Brigitte Bardot, localizada na Orla Bardot, em Búzios. Inaugurada em 1999, a escultura homenageia a atriz francesa Brigitte Bardot, cuja visita à cidade, em 1964, contribuiu para projetar o município no cenário turístico internacional.
Fonte: ANPET
Título: “Mobilidade Urbana: Uma Análise Sobre a Atual Situação do Sistema de Transporte na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e seus Impactos na Saúde de sua População”
Palestrante: Nicholas Miralhes de Freitas
Orientador(es): Glaydston Mattos Ribeiro
Data: 05/02/2026
Horário: 14h
Local: Remoto
Banca Examinadora:
Prof. Glaydston Mattos Ribeiro – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Matheus Henrique de Sousa Oliveira – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Rodrigo Rodrigues de Freitas – CEFET/RJ
O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ divulga o Resultado Final do Processo Seletivo para Mestrado e Doutorado após Análise dos Recursos, conforme o Edital nº 1078/2025.
Os resultados estão disponíveis por modalidade:
Clique AQUI para acessar o resultado do Mestrado.
Clique AQUI para acessar o resultado do Doutorado.
Pesquisa do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, conduzida pelo professor Glaydston Mattos Ribeiro (PET-COPPE/UFRJ), analisa a migração de usuários do transporte coletivo para corridas de motocicleta por aplicativo na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). O estudo, intitulado “Motivações e racionalidades na escolha pela motocicleta como meio de transporte individual na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ)”, foi apresentado no Rio de Transportes 2025 e ouviu 2.616 motociclistas.
Os resultados mostram que, apesar do reconhecimento dos altos riscos, fatores como menor tempo de deslocamento, previsibilidade da viagem, custo e questões de segurança pública têm levado usuários, especialmente após a pandemia da Covid-19, a trocar o ônibus pelos aplicativos. Segundo Ribeiro, cerca de 14,5% da população fez essa migração no período pós-pandemia.
O estudo também aponta impactos na saúde pública. Mais da metade dos entrevistados relata prejuízos à saúde, como estresse, dores de cabeça e insônia. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do DataSUS indicam gastos de cerca de R$ 223 milhões em 2024 com internações por acidentes envolvendo motocicletas. No Rio de Janeiro, informações do Corpo de Bombeiros e da Coppe/UFRJ revelam que 77% das ocorrências de trânsito atendidas envolvem motociclistas, com reflexos diretos em hospitais municipais, como o Hospital Municipal Lourenço Jorge.
Para o pesquisador, a expansão do transporte individual por motocicletas é consequência de falhas estruturais do transporte coletivo, como viagens longas, falta de integração entre modais, baixa previsibilidade e sensação de insegurança. Entre as soluções propostas estão corredores exclusivos, faixas preferenciais, aumento da frequência e da cobertura do transporte interbairros, além da integração física e tarifária entre os modais.
O levantamento conclui que o tempo é o fator decisivo na escolha pelo uso de motocicletas e que pequenas reduções no tempo de viagem do transporte coletivo poderiam reverter essa tendência, contribuindo para a redução de riscos e de impactos ao sistema de saúde.
Confira a matéria completa AQUI!
Fonte: Conexão UFRJ