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O pesquisador de pós-doutorado Leonardo Ribeiro, do Programa de Engenharia de Transportes (PET/Coppe/UFRJ), apresentou no PLURIS 2026, realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Joinville (SC), os avanços de uma pesquisa sobre o aproveitamento da capacidade ociosa da infraestrutura de transporte público para apoiar a logística urbana.
O estudo apresenta uma aplicação ao corredor Transbrasil, no Rio de Janeiro, dando continuidade à pesquisa de doutorado de Leonardo Ribeiro, que investigou o potencial do corredor Transcarioca para o transporte de cargas na etapa conhecida como *middle mile*, conectando o Aeroporto Internacional Tom Jobim à Barra da Tijuca.
Desenvolvida em conjunto com Rômulo Orrico, André Guerra e Cíntia Machado, a pesquisa busca ampliar as possibilidades de integração entre mobilidade, transporte público, logística e planejamento urbano. A proposta investiga como o aproveitamento da infraestrutura existente pode contribuir para soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis.
A participação no evento proporcionou o intercâmbio de conhecimentos com pesquisadores de diferentes regiões do Brasil, fortalecendo o debate científico sobre os desafios e as oportunidades da logística urbana.
Acesse o Evento AQUI.
O 23º Congresso Rio de Transportes (23º RDT) já tem data marcada! Organizado pelo Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe/UFRJ, o evento será realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 2026, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, em formato híbrido.
O congresso reunirá pesquisadores, estudantes, profissionais, gestores públicos, empresas e representantes de instituições de ensino e pesquisa para discutir desafios e perspectivas do setor de transportes. A programação busca promover o intercâmbio de conhecimentos e incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a mobilidade e a infraestrutura.
Entre os temas em destaque estão as tecnologias emergentes, os sistemas inteligentes de transporte, a logística inteligente, a mobilidade urbana e a infraestrutura. O encontro também representa uma oportunidade para compartilhar pesquisas, experiências e iniciativas voltadas ao aprimoramento dos sistemas de transporte.
As inscrições estão previstas para começar no dia 26 de outubro de 2026. Os interessados podem acompanhar as atualizações, as informações sobre a programação e as orientações para participação nos canais oficiais do evento.
Fonte: Riodetransportes
O Brasil reúne condições para ocupar uma posição de destaque no desenvolvimento do hidrogênio natural, recurso que vem ganhando espaço nas discussões sobre o futuro da energia e da transição para uma economia de baixa emissão de carbono. A avaliação é do professor e Diretor-Presidente da ABH2 Paulo Emílio Valadão de Miranda , do Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ.
O hidrogênio natural é encontrado em formações geológicas e pode representar uma nova alternativa para a produção de energia. O interesse pelo recurso tem crescido à medida que pesquisas buscam compreender seu potencial de ocorrência, exploração e aproveitamento energético.
Para o professor Paulo Emílio, o Brasil possui características que podem favorecer o avanço das pesquisas e, futuramente, a produção de hidrogênio natural em escala. Nesse cenário, o desenvolvimento de conhecimento científico, tecnologias de exploração e infraestrutura será fundamental para transformar o potencial identificado em novas possibilidades para o setor energético.
A discussão também reforça o papel das universidades e dos centros de pesquisa no desenvolvimento de soluções relacionadas ao hidrogênio. Por meio da pesquisa e da formação de profissionais especializados, essas instituições contribuem para ampliar o conhecimento sobre o recurso e avaliar suas possibilidades de aplicação.
Com o avanço dos estudos sobre o hidrogênio natural, o Brasil poderá ampliar sua participação nas discussões internacionais sobre novas fontes de energia e contribuir para o desenvolvimento de alternativas associadas à transição energética.
Fonte: Abh2.oficial
Como tornar a logística urbana mais eficiente e sustentável em uma cidade com características tão diversas como o Rio de Janeiro? Essa é a questão central de uma proposta apresentada pelo professor Lino Marujo, que utiliza dados territoriais e técnicas de análise para identificar regiões com características logísticas semelhantes e, a partir dessas informações, pensar em soluções adequadas às necessidades de cada área.
A abordagem considera que o território urbano não deve ser analisado de forma homogênea. Para identificar diferentes perfis logísticos, são avaliados fatores como população, concentração de atividades econômicas, infraestrutura logística, rede viária e aspectos regulatórios. O território é dividido em células de aproximadamente 1 km², nas quais são aplicadas técnicas como a Análise de Componentes Principais (PCA) e o algoritmo K-Means para identificar grupos de áreas com características semelhantes.
A aplicação que vem sendo estruturada para o Rio de Janeiro amplia essa análise ao incorporar dimensões relacionadas à sustentabilidade, meio ambiente, vulnerabilidade social, acessibilidade e resiliência urbana. Com isso, a proposta busca compreender não apenas onde estão os desafios logísticos, mas também quais características territoriais e socioeconômicas influenciam as necessidades de cada região.
A identificação dos chamados clusters logísticos permite relacionar as características de cada região às soluções que podem ser mais adequadas para aquele território. Entre as alternativas a serem investigadas estão a implantação de micro-hubs e sistemas de consolidação de cargas, a gestão de espaços para carga e descarga, a definição de janelas de entrega e o uso de ferramentas digitais para roteirização e gestão das operações.
A proposta também contempla possibilidades como o uso de veículos de baixa emissão, novas estratégias para operações de última milha e medidas voltadas à melhoria da acessibilidade em áreas periféricas. Em regiões ambientalmente sensíveis, poderão ser consideradas estratégias específicas que levem em conta suas características e restrições.
Segundo a abordagem, diferentes regiões podem demandar estratégias distintas, já que fatores como densidade populacional, atividades econômicas, infraestrutura e restrições territoriais variam ao longo da cidade. Nesse contexto, a integração de dados públicos, sistemas de informação geográfica (GIS), análise multivariada e inteligência analítica pode contribuir para uma compreensão mais precisa da logística urbana.
Um dos objetivos da iniciativa é estruturar uma espécie de “Atlas da Logística Urbana Sustentável” para o Rio de Janeiro. A proposta, porém, vai além da produção de mapas: a intenção é desenvolver uma ferramenta de apoio à tomada de decisão capaz de relacionar características territoriais, alternativas de intervenção e indicadores de impacto.
A perspectiva apresentada pelo professor Lino Marujo aproxima logística, planejamento urbano, sustentabilidade e análise de dados, criando novas possibilidades para o desenvolvimento da chamada City Logistics. A abordagem busca contribuir para identificar onde atuar, quais soluções podem ser consideradas em cada região e como avaliar os resultados das intervenções realizadas.
Fonte: LinkedIn – Lino Marujo
O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ parabeniza Lucas da Conceição Oliveira, Roberta Gaze e Leonardo da Silva pelo destaque no 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa promovida pela Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O concurso recebeu 270 propostas da comunidade universitária e selecionou 20 projetos para a etapa final, dos quais 10 foram premiados durante cerimônia realizada no dia 30 de setembro de 2026, na Inovateca, no Parque Tecnológico da UFRJ. As propostas contemplam soluções para diferentes desafios da Universidade, incluindo mobilidade, segurança, acessibilidade, sustentabilidade, gestão de resíduos e uso eficiente de recursos.
Entre os destaques está Roberta Gaze, aluna de mestrado do Programa de Engenharia de Transportes (PET/COPPE/UFRJ), que chegou à etapa final do concurso com a proposta “PONTO SEGURO: Sistema Inteligente de Pontos de Ônibus Seguros na UFRJ”. A iniciativa propõe o desenvolvimento de um sistema inteligente voltado à melhoria da segurança nos pontos de ônibus da Universidade, contribuindo para a mobilidade e para uma melhor experiência de deslocamento da comunidade universitária.
Também integram o grupo de destaques Lucas da Conceição Oliveira, pesquisador do Laboratório de Otimização e Sistemas de Informações Geográficas (OPTGIS), e Leonardo da Silva, aluno de pós-doutorado, que participaram da iniciativa com propostas voltadas à busca de soluções inovadoras para desafios da Universidade.
A participação dos três representantes evidencia o envolvimento de diferentes segmentos da comunidade acadêmica — pesquisa, pós-graduação e pós-doutorado — na construção de soluções aplicadas aos desafios cotidianos da UFRJ.
O Prêmio Engaja UFRJ foi criado com o objetivo de identificar, selecionar, valorizar e premiar soluções inovadoras capazes de contribuir para a modernização da Universidade e para a melhoria da qualidade de vida de sua comunidade. As propostas finalistas também poderão avançar para etapas de desenvolvimento, prototipagem e busca de financiamento.
O PET/COPPE/UFRJ parabeniza Lucas da Conceição Oliveira, Roberta Gaze e Leonardo da Silva pelo envolvimento e pela contribuição para o desenvolvimento de soluções inovadoras para a Universidade, destacando a importância da pesquisa e da inovação na transformação do ambiente acadêmico.
Fonte: Conexão UFRJ